Neste episódio, vamos discutir sobre a indústria erótica no Brasil. Como é a dificuldade de vincular sua marca em meios tradicionais e como o Sexlog se tornou a maior rede social de sexo do país.

Recorrência #2 – A maior rede social de sexo: você conhece ou vai fingir que não?

Mayumi Sato – Sócia e diretora da eSapiens, responsável pela área de marketing de uma das maiores redes sociais de sexo da américa latina, o sexlog.

 

 

Atualmente, existem inúmeros desafios no mercado adulto do país. Um dos que mais chamam a atenção para a área, é a dificuldade de trabalhar com estratégias comuns do marketing tradicional:

  • Como comprar tráfego;
  • Redes sociais ;
  • Comprar banners em sites, backlink, outdoors e afins;
  • O Google tira a relevância desses canais – o que também dificulta as estratégias de ranqueamento orgânico.

 

Para o Sexlog, isso não é diferente. Apesar de crescer mais de 3 milhões de clientes por ano, EXCLUSIVAMENTE com orgânico, sem nenhuma mídia paga, isso é um baita desafio.

Uma pesquisa feita pela Sexhot diz que, só no Brasil, aponta que o mercado pornográfico atingiu mais de 22 milhões de pessoas. Destas, mais de 70% são homens. E, parece até curioso, mas mais de 40% destas pessoas são casadas ou namoram.

 

Um mercado que dita têndencias.

Uma outra dor gigantesca do mercado, por exemplo, citado pela Mayumi no evento Recorrência, é que serviços básicos como Gateways de pagamento ou anti-fraudes, se recusam trabalhar com mercado adulto ou, simplesmente, atender as demandas específicas. Então, qual a solução? Eu te falo: fazer dentro de casa!

Quer um reflexo bem legal disso? O player do Youtube nasceu em cima de uma necessidade do mercado de vídeos adultos. Aquela timeline que, quando ao passar o mouse mostra o progresso do vídeo, veio por que as pessoas queriam saber qual o minuto pular para começar de fato assistir o vídeo. Legal né?

Um ponto bem legal, também comentado no evento, foi o “tabu” de trabalhar com sexo no Brasil e, talvez, no mundo. Pense: se muitas vezes as pessoas têm vergonha de falar disso no pessoal, imagina levando isso para o mercado de trabalho? 

Imagine a dificuldade de enviar um release para um jornalista e ouvir um não sem motivos. Infelizmente, o mercado ainda não é maduro para o SEXO.

 

Alguns dados bem legais do REDTUBE Brasil.

  • Tempo médio no site 9 minutos;
  • Dias com maior quantidade de visitas: sábado e segunda às 10h da manhã ou 1h da manhã;
  • O mercado brasileiro é o segundo que mais consome vídeos no site no mundo.
Dados do redtube

Fonte: Exame

Sexlog, uma rede para ligar pessoas com pessoas.

A rede social do “um amigo meu me falou” conta com mais de 11 milhões de clientes no mundo e trata-se, apenas, do maior site do gênero da América Latina. Voltada exclusivamente para swings, o sexlog promove encontros, sejam pessoais ou virtuais. 

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Nesse episódio, os jovens empreendedores Henrique Calandra e Rodrigo Tognini contam porquê saíram da faculdade, entraram em grandes corporações e em pouco tempo, “pularam do barco” para empreender.

Episódio #4 Jovens empreendedores e o que a universidade não ensina. Da faculdade para Startup

Host: Rodrigo Dantas, CEO da Vindi

Henrique Calandra – fundador do Wall Jobs, trabalhou na Nielsen e Novartis. Fundou uma plataforma de empregos para refugiados, antes de fundar a plataforma referência em gestão e contratação de estagiários.

 

Rodrigo Tognini – fundador do Conta Simples. Antes de fundador a conta digital, foi jogador de basquete nos Estados Unidos, trabalhou na Stone, na Roche e liderou a liga de empreendedores do Insper.

História

Antigamente e até pouco tempo atrás, empreender (ter uma empresa) não era o sonho de muita gente. Tenho certeza que uma galera que foi empreender nos anos 80, anos 90 recebeu uma desaprovação social do tipo: ai coitado, não arrumou emprego, teve que abrir um negócio.

Pouco tempo depois começaram a aparecer os novos milionários (agora vindo da Internet). O próprio filme “A rede social“, que conta a história do Facebook e do prodígio Mark Zuckerberg, sintetiza um pouco a questão de que montar um negócio na internet é sinônimo de sucesso. Os holofotes se voltaram para jovens tentando montar um negócio, especialmente negócios de tecnologia. Hollywood, com o filme de David Fincher, levou para as grandes massas, os bastidores da criação de uma startup de alto impacto. Mas isso já tinha começado desde a bolha da internet, por volta dos anos 2000, onde esse tipo de empreendedor (startupeiro como diz meu chapa de Like a Boss Paulo Silveira) começava a dividir as capas de revistas com tradicionais empresários.

Não que isso seja grande coisa, aparecer na capa de uma revista, mas a mídia começava a dar atenção para as startups saindo das garagens, incubadoras e até de famílias ricas no país. Ter uma empresa era sinônimo de sucesso, então? Parece que para as redes sociais, para os usuários de Instagram, para as revistas e os portais de notícia, sim. 

Mas ter um negócio, tirar ele do zero, abrir um CNPJ, formar um time, lançar um produto no mercado, atrair investidores e clientes é muito mais que mudar o cargo no LinkedIn e se auto intitular CEO.

Aliás, não sabe o que é o CEO? Joga no Google…

Empresários bem sucedidos no Brasil, tinham até pouco tempo, um estereótipo de senhores de cabelos brancos, com milhares de funcionários, banqueiros, apresentadores de tv, industriais, entre outros modelos típicos tradicionais. Era isso que estampava as capas das principais revistas e sites no país. Alguns desses empresários, estampam as capas dessas mesmas revistas, mas agora citando a participação de alguns deles na Lava Jato. Mas isso vem mudando…

Eu particularmente fico bem feliz com a diversidade de um novo tipo de gente estampando as notícias nos dias de hoje. Especialmente aquelas que nascem longes de grandes centros, de famílias abastadas e daquele estereótipo de gente branca, rica e homem.

Esses empresários tradicionais agora, dividem a atenção do mercado com novos empreendedores, especialmente os de tecnologia. Se foi o filme do Facebook, a mídia ou até cases bem sucedidos com os de Buscapé, Nubank, 99 e iFood que capitanearam esse sonho de ter um negócio no Brasil. De criar uma empresa que mude a vida das pessoas e com isso, ficar rico, eu não sei. O que eu tenho certeza é que atualmente boa parte de pessoas na faculdade já se divide entre entrar numa grande empresa e montar um negócio. 

Isso pode explicar também um pouco do momento econômico e político do país, já que o índice de desemprego ainda é alto e o trabalho vem mudando conforme nascem novas economias. Mas existe uma conexão direta das universidades com as startups e os empreendedores? As faculdades pelo Brasil afora vem formando jovens para empreender? Ou eles ainda seguem o caminho de trabalhar no formato CLT para depois se arriscarem, abrindo uma pejotinha?

 O país dos empreendedores.

A pesquisa “O empreendedorismo nas universidades brasileirasfeita há 3 anos pelo Sebrae e pela Endeavor, mostrou dados curiosos sobre as universidades brasileiras e o desejo dos jovens em empreender. A pesquisa, feita com 2.200 jovens e 600 professores universitários em diversos lugares do país,  mostrou dados curiosos: 6 em cada 10 jovens pensam em empreender depois da faculdade. A parte qualitativa da pesquisa mostrou através de um raioX, que existe muito sonho e pouca preocupação. Por exemplo: dos que responderam que sonham em montar um negócio, apenas 22% se dedicam a montar um negócio. 

A pesquisa é muito boa. E mostra de fato a desconexão de jovens com desafios reais de se empreender no Brasil. Certamente eles não têm ideia de quão grande pode ser um estrago, em casos de processos trabalhistas, regulamentação, falta de dinheiro, desalinhamento entre sócios e um mercado altamente competitivo…

 

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Neste episódio, vamos discutir como começar com uma estratégia de inside sales. Você não precisa de um CRM de vendas se seu processo não estiver bem estruturado.

Recorrência #1 – Como começar sua estratégia de inside sales usando um caderno

Rodrigo Stoqui – Responsável pela operação no Brasil do Pipedrive, o maior CRM de vendas do mundo, para mercados SMB, feito exclusivamente para vendedores.

 A tradução literal de inside sales é “Vendas Internas” que basicamente se estrutura em ligação, e-mails e reuniões online. Uma das grandes vantagens é a produtividade de conseguir escalar seu processo de vendas e fazer o máximo de contatos por dia, logo reduzindo custos de operação e aumentando os resultados.

(Créditos da imagem ao meetime)

A popularidade deste método se deve à flexibilidade na inserção em qualquer negócio, seja pequenas, médias e até enterprises. uma operação baseada em inside sales pode vender  tanto para leads inbound quanto para outbound.

Um processo muito conhecido entre os negócios hoje! Mas, a pergunta que fica no ar: Seu negócio realmente precisa de um CRM de Vendas?

Pensa comigo, entre processo e tecnologia…sempre o processo tem que prevalecer na hora que estiver começando com inside sales.

Independente da plataforma ou forma que você vai implementar esta área no seu negócio, algo tem que ficar bem explícito neste processo: tenha certeza que todos os vendedores estejam a par do processo comercial. Uma plataforma robusta não irá ajudar no processo de vendas se caso seu processo comercial não esteja alinhado entre todos da equipe.

Pipedrive, Dentro do ringue.

Uma das maiores plataformas CRM de vendas do mundo (uau) com mais de 70 mil clientes.

Exclusivamente com foco nos gestores e vendedores a ferramenta tem como base a venda a partir de atividades. Entre diversos recursos alguns interessantes são: gestão de funil, integração de e-mail, atividades e metas, relatório e vendas e previsão de vendas. 

Um foco enorme para as empresas terem uma compreensão do seu negócio  para identificar falhas, oportunidades e melhorias dentro do processo comercial.

Podcast produzido pela Vindi ao vivo no recorrência 2019.

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