Mês: dezembro 2019

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Neste episódio, vamos discutir sobre como foi a transformação digital que o Chef Time. Do e-commerce para os supermercados Pão de Açúcar.

Recorrência #4 – Transformação Digital: como ir do online para a gôndola

Daniella Mello – CEO do Chef Time, um e-commerce que facilita a vida nas cozinhas. 

 

Mas, o que é Transformação Digital? 

Basicamente, é o processo de integrar a tecnologia digital a todos os aspectos da empresa, independente do setor de atividade, visando aumento de alcance e desempenho da sua marca. Porém, isso exige mudanças fundamentais de tecnologia, cultura, operações e entrega de valor.

Algumas ferramentas têm total foco na experiência do usuário, afim de fornecer soluções ágeis e intuitivas, como Tecnologias em cloud, mídias sociais, mobilidade, IoT (Internet das Coisas) e IA (Inteligência Artificial).

Pensando em tudo isso que surge a ideia da transformação digital. Sendo um método para unificar as medidas inovadoras, eficaz tanto para negócios quanto para clientes.

Caso queira conhecer um pouco mais sobre transformação digital, nós da Vindi escrevemos um texto bem legal, Transformação Digital: por que todo negócio precisa dela?

 

Seu negócio tem fãs de verdade? 

Primeiro, sabe qual a diferença básica que pode ajudar seu negócio identificar se ele tem fãs ou clientes? As diferenças racionais no processo de venda.

Clientes muitas vezes são racionais, enquanto os fãs são motivos pela emoção. “Para quem é fã da marca, o preço não é o fator mais crítico na hora de decidir sobre o produto ou serviço. Fãs de uma empresa compram pelo compromisso, afeto e identificação pela marca.” Está é uma das tarefas mais dificeis dentro de um negócio…Por isso, é mais fácil convencer um fã a comprar do que um cliente.

E o Chef Time?

Dar mais oportunidades para seus clientes e otimizar toda sua jornada é um ponto chave para que você transforme seus clientes em verdadeiros fãs da sua marca. Graças às novas tecnologias, já é possível conhecer seu cliente em profundidade, alavancar sua marca e melhorar o processo de atendimento.

Este ano tivemos um evento, o Recorrência, em uma das palestras falamos sobre como transformar seus clientes em verdadeiros fãs da marca. Vale a pena conferir abaixo:

Tornando pessoas em verdadeiros Master Chefs…

O compromisso do Chef Time foi muito mais além do que só vender um kit gastronômico  através do seu e-commerce. Uma prova fiel da transformação digital e da conquista dos clientes em fãs da marca.

Criaram uma aproximação do bem que vinha se perdendo dentro das casas: a companhia familiar! A ideia principal da startup é devolver a experiência e o prazer de cozinhar suas refeições, claro sempre pensando na saúde e na experiência de fazer uma comida deliciosa e muitas vezes fácil. 

O Chef Time é um cliente da Vindi, somos fãs do produto e da Daniella♥.  Caso queira conhecer um pouco mais sobre a empresa, visite nosso podcast like a boss onde sempre entrevistamos grandes nomes do mercado.

Quer mais casts do Dentro do Ringue? talvez você goste destes:

O papo de hoje é para falarmos sobre planejamento de marketing para seu negócio. Você vai esperar o ano novo chegar para pensar diferente? Acho que não, né? Então, escuta aí! 

Episódio #6 Planejamento de marketing 2020: O que fazer e não fazer

Host: Diogo Souza, Specialist conversion rate optimization (CRO) na Vindi

Efrain Corleto – Head de Growth, Especialista em crescimento. Pai do Pablo 😀

Elson Ferreira – Coordenador de Growth, especialista em psicologia voltada para marketing. 

 

Não precisa esperar 2020 chegar para planejar seu negócio

O final do ano é um momento perfeito para estruturar uma estratégia para sua área de marketing em 2020. Afinal, este é o melhor momento para entender o que deram certo em 2019, logo aquelas que também precisam de atenção. Mas um grande problema é, como planejar o marketing 2020 em seu negócio? Quais estratégias seguir?

O Marketing de conteúdo pode ser uma peça fundamental para repensar dentro das suas estratégias, afinal, pode trazer grandes resultados para seu negócio. Ele garanta um retorno alto a longo prazo. Sobretudo, é muito importante entender que a constância nessa produção de conteúdo faz toda a diferença. O marketing de conteúdo é uma das principais estratégias dentro do conceito geral do inbound marketing (Aliás, teremos um próximo cast sobre este assunto).

Estratégia é tudo



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Com um conteúdo 100% estratégico, é possível atrair e qualificar mais leads, conduzindo-os dentro do seu funil de vendas. Ou seja, com um conteúdo bem posicionado, a empresa começa atrair mais visitantes. Assim, é possível transformá-los em leads e intensificar a distribuição destes materiais conforme a jornada e aprofundamento do lead. Ao final, as chances dele se tornar uma venda para a sua empresa é muito grande. 

Mas, vale ressaltar que você não irá ter resultados da noite para o dia. É importante ter um calendário de conteúdo para postagem e usar como base o melhor período de vendas do seu negócio, como também feriados e datas importantes no ano, como a Black Friday, por exemplo.

Diante disso, você precisa pensar em um tom e voz para sua marca. Sempre pensando em um estilo de conteúdo, formato e que tipo mídia você irá trabalhar esse conteúdo.

O Google está mudando 

Ele não se importa mais se você escreve pensando em quantidade de palavra chave. Afinal, a intenção do conteúdo é o que vai contar!

Você vai ver alguns tipos de conteúdo que você pode trabalhar nos seus canais. Existe uma infinidade de tipos e formatos de conteúdo que podem ser utilizados no marketing de conteúdo em um plano de marketing. Confira: 

Os mais utilizados são:

  • Blog posts;
  • Co-marketing;
  • Guest posts;
  • Webinars;
  • Vídeos;
  • E-books;
  • Podcast. 😀

Um tiro certo para ter o dobro de clientes

Comentamos neste episódio sobre o framework “Bullseye” ou “No olho do touro”, para o nosso bom e velho português. Essa metodologia é uma boa forma de  “acertar na mosca” pois é um canal para ganhar mais tração.

 

A ideia do framework é a seguinte: ele sugere 19 canais possíveis para uma aquisição, onde três deles devem ser sugeridos para testes para validar se realmente é algo que traz um retorno para seu negócio. 

O processo é bem simples e podemos dividir ele em quatro partes:

  • Analise todos os canais junto com seu time de MKT;
  • Faça um brainstorming e responda às seguintes questões:
    • Quais os canais que mais trazem retorno para o seu mercado?
    • Qual tem mais chance de sucesso?
    • Como seu time pode utilizá-los?
  • Faça uma votação e defina, entre todos, os seis canais com maior potencial;
  • Comece a testar os três novos canais. Caso não haja um resultado expressivo, substitua pelo próximo.

 

A ideia básica da metodologia é entender como seu negócio pode escalar em cima dos melhores canais que você utiliza. E, além do mais, também faz você entender qual o objetivo de cada um deles. Afinal, não podemos trabalhar o mesmo conteúdo para todos, não é mesmo? Caso queira conhecer mais sobre como funciona este Framework e quais são os 19 canais possíveis, preparei um conteúdo bem legal. Basta clicar aqui para conhecer.

Fazer marketing sem investir em marketing?

Embora pareça ser algo simples, muitas vezes definir um orçamento para planejar o marketing é um grande desafio. Para empresas que, apesar de almejarem o crescimento, ainda não conseguem lidar com o investimento adequado para a área.

A realidade é que muitos diretores ainda não enxergam a importância da área e encaram o marketing como uma despesa. Entretanto, o Marketing Digital já provou ser uma área estratégica dentro da empresa, tornando-se uma oportunidade de crescimento e geração de leads, quando alinhado com a equipe comercial – claro. 

 

Marketing&Vendas

Antes de tudo, o primeiro passo é fazer uma análise minuciosa do histórico de vendas que a empresa teve no período anterior. Recomenda-se que os registros sejam de até um ano antes da data em que se iniciará a estratégia. 

Com nesses dados, é possível que seja desenhada uma expectativa, ou seja, um valor para ser considerado uma meta para o período seguinte. Ter metas bem definidas vai ajudar exclusivamente a empresa saber o quanto de dinheiro tem que ser investido para que as metas sejam alcançadas. 

Entender quais os custos, margem de segurança e como calcular o retorno do investimento (ROI) é algo complexo, porém, necessário para empresa. A ideia de criar um planejamento é você ter total flexibilidade para trabalhar sem ter que se preocupar com “Plano B” todo dia.Essas estratégias influenciam de maneira positiva o aumento do ROI, reduzem os abandonos de carrinho e, logo, aumentam suas vendas e o reconhecimento da marca.

Preparamos um KIT completo com tudo que você precisa para planejar seu marketing 2020. Baixe agora e não perca esta oportunidade única. Ou você vai esperar o ano que vem acabar para pensar no crescimento do seu negócio?

História do Cast 

O PLANO SECRETO DA DELL

O ano era 1984, a manhã quente de verão da universidade do Texas, em Austin (EUA), foi perturbada por uma montanha de sucata em direção a um dos dormitórios.

O responsável por isso? Michael Dell, um jovem estudante que acabava de comprar todo estoque de peças encalhadas de uma loja de informática. Tudo financiado pelos seus avós com um singelo empréstimo de mil dólares.

Foi ali que o jovem estudante criou a Dell Computers. Sua estratégia era muito simples: personalizar máquinas e vender diretamente para os consumidores sem a necessidade de lojas como intermediadoras. Para a sua surpresa, em quatro anos ele já faturava US$ 80 milhões/mês.,

Hoje, este titã da computação vale mais de $61 bilhões de dólares. Porém, infelizmente o modelo que alavancou a companhia para o sucesso não foi suficiente para manter a concorrência à distância. A falta de foco na venda dos desktops e datacenters fez com que Michael Dell tivesse sérios problemas. E, em 2006, a empresa foi ultrapassada pela HP na liderança mundial de desktops. A Dell acabou se desdobrando e até levou seus produtos para o varejo, porém, o esforço não foi suficiente para um virada triunfal da companhia.

Pressionado, Michael Dell revolucionou seu modelo inicial de negócio. Dois anos depois, ele teve o resultado.

Uma Dell que não era tão conhecida começou chegar discretamente em hospitais, escolas e até às Forças Armadas. Na época, Raymundo Peixoto, diretor-geral da Dell no Brasil, comentou sobre a estratégia: “Computadores, há vários no mercado. Queremos ir adiante na relação transacional com o cliente e atender todas as suas necessidades.”

A ideia da companhia sempre foi se desvincular da imagem de uma empresa de hardware para ser vista como uma facilitadora na tecnologia. O plano da empresa foi fazer os novos produtos chegarem em diversos locais, que antes jamais seriam mencionados.

Um planejamento para uma boa estratégia de baixo custo, fez com que a Dell incentivasse clientes a usarem cartão de crédito em uma época que o pagamento eletrônico ainda estava no início.

Um grande case de sucesso…

 

O objetivo é claro

A gigante Dell tem um plano claro no seu crescimento, mas não devemos nos iludir. Ela quer vender mais e mais computadores – mas, computadores com um maior valor agregado, seja quem for o cliente. 

Seguindo essa estratégia, A Dell invadiu órgãos públicos, unidades da polícia e até escolas. E até criando projetos educacionais para manter as aulas mais interativas para os alunos.

O kit educacional contém uma lousa eletrônica, que transfere dados direto do computador, além de um projetor e netbooks individuais, para pacotes mais caros. Mas não para por aí, a Dell também oferece treinamento para ensinar aos professores a usar a solução.

A entrada neste mercado torna a empresa responsável por 43% do market share e um faturamento de mais de  $ 534 milhões de dólares.

Mas, como uma empresa com quase 79 mil funcionários, presente em 44 países, pode se transformar em tão pouco tempo? Um bom planejamento elevou o DNA das equipes em entender sobre como um computador pode ir além de só uma máquina para um objetivo. Afinal, cada pessoa tem uma necessidade específica! 

Outro ponto importante são as divisões geográficas. A empresa não vai deixar que os limites geográficos impeçam as necessidades específicas de cada usuário. Agora, é esperar o novo balanço da empresa para saber se Michael Dell, que já foi apontado como um dos maiores gênios do capitalismo, está no caminho certo.

LINKS IMPORTANTES:

 

Neste episódio, vamos discutir sobre como funciona uma área de Customer Success, quais métricas podem ajudar e o quanto ela é importante para os negócios em crescimento. 

Recorrência #3 – NPS: Não é a única métrica de sucesso do cliente.

Mateus Pestana – CEO e Co-fundador da SenseData, primeira plataforma de gestão de Customer Success da América Latina.

Mas, o que é CS? 

Customer Success (Sucesso do cliente) é uma estratégia famosa entre as empresas SaaS que surgiu para trabalhar com retenção de clientes e receita. É mais do que comprovado que, empresas que têm estratégias envolvendo CS, conseguem maiores receitas. 

De forma resumida, CS é um profissional ou área focada, de forma ativa, em pensar nas soluções que melhoram a vida do cliente junto aos serviços que a sua empresa fornece.

Em nosso blog, já falamos bastante sobre como implementar CS em seu negócio, vale a pena a leitura deste post em nosso blog: Customer Success: como implementar na sua empresa hoje mesmo.

 

Vamos falar sobre métricas? 

Métricas são muito importante para seu negócio e, principalmente, para uma área de CS. Isso porque, ela permite que você conheça vários pontos de fricção, fraquezas e pontos fortes. Muitos negócios conhecem apenas uma das métricas, o NPS – porém, saiba bem, ele é importante mas, não é a única forma de medir a eficiência do seu negócio

Entre as principais métricas estão:

Você pode se aprofundar mais neste post sobre métricas importantes para CS.

Acompanhar essas métricas é importante para que a sua equipe de Customer Success entenda os pontos do negócio – e como melhorá-los. Portanto, comece agora mesmo!

Apesar de ser uma área relativamente nova no mercado, o profissional de Customer Success já é uma realidade e os hábitos de consumo têm pedido, direta ou indiretamente, um profissional como esse. Para resolver os problemas, é preciso se colocar no lugar do cliente, tentar criar um relacionamento próximo e uma relação de confiança. Assim, conseguimos garantir o sucesso da parceria.

 

Quer mais casts do Dentro do Ringue? talvez você goste destes:

 

Neste episódio, vamos falar como foi a participação dos colaboradores da Vindi para contratar o próprio chefe, Head de Marketing. Como é essencial a presença do time neste momento para aculturar o novo gestor da área.

Episódio #5 Como contratar seu próprio Chefe

Host: Lidiane Oliveira, Redatora da Vindi

Participantes deste cast: Fernanda ramos, Mariana cremonesi e o Head de Marketing, Efrain Corleto.

 

Historia

Garagens, transistors, meditação, microprocessadores, LSD e inconformismo. Esse, era o ambiente em Palo Alto, Califórnia no início dos anos 70.

Esse ambiente produziria uma das maiores revoluções pela qual a humanidade já passou. E essa revolução começou com dois jovens montando kits com teclados, monitores e microprocessadores. 

Em Junho de 1975, enquanto Love Will Keep Us Together tocava nas rádios, Steve Wozniak mudava o mundo com sua criação, um teclado acoplado a um monitor que exibia os caracteres digitados, parece simples, mas essa foi a base da construção de todo o século XXI. 

Mas essa história não é sobre o “Woz”, Essa é a história do seu amigo, outro Steve. O Jobs.

Steve Jobs, que havia abandonado a universidade para se dedicar a coisas como meditação, caligrafia e dietas experimentais, foi capaz de ver na criação do seu amigo o futuro. Aquele equipamento estaria em casas comuns por todo o planeta em poucos anos.

Os primeiros 25 Apple I foram vendidos a uma loja de informática local e, alguns anos depois, o Apple II transformou a Apple.inc em uma empresa milionária.

Mesmo com o sucesso do Apple II, a trajetória da empresa teria alguns poréns.

O Apple III e o Lisa foram fracassos de vendas e performance. E a Apple só voltaria aos holofotes em meados dos anos 80. 

Com um monumental comercial exibido durante o Super Bowl a Apple apresentava  ao mundo o Macintosh, o computador que mostraria porque 1984 não seria igual a 1984, numa referência ao clássico de George Orwell.

O Macintosh foi um sucesso, a apresentação, sua interface e inovações encantaram o público. Esse sucesso acabou trazendo à tona alguns problemas de Jobs. Sua personalidade difícil e suas excentricidades, criavam cada vez mais atritos com suas equipes e com o conselho da Apple. 

Nesse momento entra na história John Sculley III.

Contratação de um novo Ceo e demissão do Fundador. 

Frase: Você quer passar o resto da sua vida vendendo água com açúcar ou você quer uma chance de mudar o mundo?

 

Essa foi a frase com a qual Steve Jobs seduziu John Sculley, e tirou ele de uma carreira de sucesso na Pepsi, onde ele passou ser responsável pelo time de vendas na Apple.

Para algumas pessoas, Sculley sucumbiu à filosofia corporativa da Apple em prol do lucro da empresa. O fato é que, durante os 10 anos que comandou a empresa, a receita da gigante de Cupertino saltou de US$569 milhões para US$8,3 bilhões.

Mesmo tendo sido contratado por Jobs, os atritos entre os dois se tornaram constantes, as visões não batiam. Steve continuava com sua excentricidades e o conselho da Apple e Scully lutavam para manter funcionários e organizar a empresa.

Em 1985, após uma série de embates, o conselho de diretores da Apple, junto com Scully, removeu Jobs da maioria de suas atividades. Ele não aceitou aquilo e, a partir daquele momento Steve Jobs, fundador, estava fora da empresa que tinha criado com seu amigo 20 anos antes.

Problemas com a Apple

Apesar de hoje a Apple ser uma das únicas empresas no mundo que valem mais de 1 trilhão de dólares. Em 1996 a empresa estava à beira da falência.
Muitos dos diretores não tinham perspectiva alguma de escapar do abismo que estava no horizonte da companhia.

Existia uma linha confusa de produtos em lançamento, a qualidade estava em declínio e a marca já não tinha a mesma percepção de qualidade, então a empresa fechava todos os trimestres fiscais no vermelho. Enquanto isso, no mesmo ano a Microsoft estava liderando o mercado com o sucesso do Windows 95.

Criação da Next e compra da NexT pela Apple com o retorno de Steve Jobs.

Fora da Apple, Jobs fundou a Next, empresa de computadores para bater de frente com a sua antiga empresa.

Era uma verdadeira inovação para a época, o sistema operacional NeXTSTEP apresentava diversos diferenciais que influenciaram os computadores como conhecemos hoje.

Steve jobs usando seu computador, o Next

Outro fato muito importante, é que ele também fundou a Pixar, que em parceria com a Disney, produziu animações de sucesso como Toy Story, WALL-E e Os Incríveis, rendendo à companhia grande destaque na área.

No final de 1996, a Apple decidiu comprar a Next Computers e trouxe de volta Steve Jobs para os poderes da Apple como CEO interino. Chegou decidido mudar o que fosse preciso para corrigir os erros que afetava a grande maçã. Tanto que acabou com diversos produtos da empresa.

Em 1997, a Apple ainda estava em crise, porém, a Microsoft deixou de lado a rivalidade entre os negócios e aceitou investir R$ 150 milhões de dólares em ações, ajudando a companhia de Cupertino a se firmar em uma época em que a Maçã estava desmoralizada no mercado. No mesmo ano a TIME estampou Steve Jobs ao telefone com Bill Gates, agradecendo à Microsoft por ter salvo a Apple.

 

Steve jobs ligando para billgates

 

O retorno de jobs renovou a imagem da Apple, ajudando a trazer a volta da aura de inovação que a companhia teve em seus primeiros anos.Como consequência, houve uma valorização nas ações. A Apple para de fazer computadores a partir daquele momento. A empresa criou objeto de desejo e estilo de vida!

E então, nasceu um novo conceito de computadores pessoais: as novas máquinas transparentes e coloridas trouxe uma nova impressão para o mercado…de que a concorrência havia parado nos anos 80.Mesmo após sua saída e retorno à Apple, a personalidade de jobs não havia mudado: o novo jobs ainda era o mesmo jobs.Seu gênio difícil era muito criticado, mas sua obsessão pela perfeição e inovação, transformou a Apple na empresa mais valiosa da época.

Steve jobs de fato havia mudado o mundo.

 

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