Neste episódio, anunciamos algumas vagas que estão abertas na Vindi. Por enquanto, nosso direcionamento diante da crise do novo Coronavírus é congelar as contratações. Esperamos recomeçar os processos o mais rápido possível!

Rodrigo Dantas, CEO da Vindi

Pablo Silva, Head de Produto da Vindi

Wagner Narde, CTO da Vindi

As equipes multidisciplinares estão em alta no mundo das startups. Mas será que é possível trabalhar com essa metodologia nas áreas de Engenharia e Produto?

Quais os caminhos possíveis para se trabalhar com Tecnologia? E qual o background necessário para dizer que pode trabalhar com Produto? Como nós pensamos sobre isso aqui na Vindi?

No cast de hoje, falaremos sobre como é importante gerar valor, falar com o usuário, entender as dores dos nossos clientes e impactar positivamente o negócio.

Nossa cultura nas equipes de Engenharia e Produto está em ênfase no Dentro do Ringue de hoje!

O que mais valorizamos nas equipes de Engenharia e Produto?

Em primeiro lugar, nós queremos verdadeiros donos do negócio, que tenham como prioridade o trabalho em grupo, o desenvolvimento constante e a vontade de crescer junto com a Vindi, impactando o negócio constantemente.

Segurança e Protagonismo também são pontos destacados pelos nossos heads. Além disso, nós somos totalmente transparentes nos processos de seleção e entrevistas, já que dar match com os nossos valores é fundamental.

Dessa forma, se você quer trabalhar com a gente, esse cast é muito importante para que você tome a decisão de enviar seu currículo. Ouça até o fim e guarde todas as dicas dadas aqui!

Além disso, faz parte da nossa missão de te ajudar a vender mais e sempre! Por isso, nos siga nas redes sociais e acompanhe o conteúdo que sempre compartilhamos aqui.

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Ouça outros episódios do Dentro do Ringue:

Nesse episódio, os jovens empreendedores Henrique Calandra e Rodrigo Tognini contam porquê saíram da faculdade, entraram em grandes corporações e em pouco tempo, “pularam do barco” para empreender.

Episódio #4 Jovens empreendedores e o que a universidade não ensina. Da faculdade para Startup

Host: Rodrigo Dantas, CEO da Vindi

Henrique Calandra – fundador do Wall Jobs, trabalhou na Nielsen e Novartis. Fundou uma plataforma de empregos para refugiados, antes de fundar a plataforma referência em gestão e contratação de estagiários.

 

Rodrigo Tognini – fundador do Conta Simples. Antes de fundador a conta digital, foi jogador de basquete nos Estados Unidos, trabalhou na Stone, na Roche e liderou a liga de empreendedores do Insper.

História

Antigamente e até pouco tempo atrás, empreender (ter uma empresa) não era o sonho de muita gente. Tenho certeza que uma galera que foi empreender nos anos 80, anos 90 recebeu uma desaprovação social do tipo: ai coitado, não arrumou emprego, teve que abrir um negócio.

Pouco tempo depois começaram a aparecer os novos milionários (agora vindo da Internet). O próprio filme “A rede social“, que conta a história do Facebook e do prodígio Mark Zuckerberg, sintetiza um pouco a questão de que montar um negócio na internet é sinônimo de sucesso. Os holofotes se voltaram para jovens tentando montar um negócio, especialmente negócios de tecnologia. Hollywood, com o filme de David Fincher, levou para as grandes massas, os bastidores da criação de uma startup de alto impacto. Mas isso já tinha começado desde a bolha da internet, por volta dos anos 2000, onde esse tipo de empreendedor (startupeiro como diz meu chapa de Like a Boss Paulo Silveira) começava a dividir as capas de revistas com tradicionais empresários.

Não que isso seja grande coisa, aparecer na capa de uma revista, mas a mídia começava a dar atenção para as startups saindo das garagens, incubadoras e até de famílias ricas no país. Ter uma empresa era sinônimo de sucesso, então? Parece que para as redes sociais, para os usuários de Instagram, para as revistas e os portais de notícia, sim. 

Mas ter um negócio, tirar ele do zero, abrir um CNPJ, formar um time, lançar um produto no mercado, atrair investidores e clientes é muito mais que mudar o cargo no LinkedIn e se auto intitular CEO.

Aliás, não sabe o que é o CEO? Joga no Google…

Empresários bem sucedidos no Brasil, tinham até pouco tempo, um estereótipo de senhores de cabelos brancos, com milhares de funcionários, banqueiros, apresentadores de tv, industriais, entre outros modelos típicos tradicionais. Era isso que estampava as capas das principais revistas e sites no país. Alguns desses empresários, estampam as capas dessas mesmas revistas, mas agora citando a participação de alguns deles na Lava Jato. Mas isso vem mudando…

Eu particularmente fico bem feliz com a diversidade de um novo tipo de gente estampando as notícias nos dias de hoje. Especialmente aquelas que nascem longes de grandes centros, de famílias abastadas e daquele estereótipo de gente branca, rica e homem.

Esses empresários tradicionais agora, dividem a atenção do mercado com novos empreendedores, especialmente os de tecnologia. Se foi o filme do Facebook, a mídia ou até cases bem sucedidos com os de Buscapé, Nubank, 99 e iFood que capitanearam esse sonho de ter um negócio no Brasil. De criar uma empresa que mude a vida das pessoas e com isso, ficar rico, eu não sei. O que eu tenho certeza é que atualmente boa parte de pessoas na faculdade já se divide entre entrar numa grande empresa e montar um negócio. 

Isso pode explicar também um pouco do momento econômico e político do país, já que o índice de desemprego ainda é alto e o trabalho vem mudando conforme nascem novas economias. Mas existe uma conexão direta das universidades com as startups e os empreendedores? As faculdades pelo Brasil afora vem formando jovens para empreender? Ou eles ainda seguem o caminho de trabalhar no formato CLT para depois se arriscarem, abrindo uma pejotinha?

 O país dos empreendedores.

A pesquisa “O empreendedorismo nas universidades brasileirasfeita há 3 anos pelo Sebrae e pela Endeavor, mostrou dados curiosos sobre as universidades brasileiras e o desejo dos jovens em empreender. A pesquisa, feita com 2.200 jovens e 600 professores universitários em diversos lugares do país,  mostrou dados curiosos: 6 em cada 10 jovens pensam em empreender depois da faculdade. A parte qualitativa da pesquisa mostrou através de um raioX, que existe muito sonho e pouca preocupação. Por exemplo: dos que responderam que sonham em montar um negócio, apenas 22% se dedicam a montar um negócio. 

A pesquisa é muito boa. E mostra de fato a desconexão de jovens com desafios reais de se empreender no Brasil. Certamente eles não têm ideia de quão grande pode ser um estrago, em casos de processos trabalhistas, regulamentação, falta de dinheiro, desalinhamento entre sócios e um mercado altamente competitivo…

 

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