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#15 Personalização: Hacks de Marketing para sair do básico

Efrain Corleto, Gerente de Marketing da Vindi

Diogo Souza, Analista de CRO da Vindi

Qual a melhor estratégia de Marketing para seus objetivos? Aí está a pergunta de 1 milhão de reais que pode salvar muitos negócios, não é mesmo?

Para Diogo Souza, de nada vale investir em personalização se o time de Marketing não tem um objetivo claro e métricas para avaliar os resultados obtidos.

No entanto, existem estratégias para que você consiga se beneficiar e aumentar seu engajamento, sempre pensando no cliente.

Da mesma forma, Efrain Corleto explica que não é a personalização a grande vilã dos hacks de marketing, e sim a má comunicação.

Será que existe um limite para a personalização? Além disso, é ético usar os dados do seu cliente para criar campanhas pensadas nele?

O que você verá no episódio de Hacks de Marketing

No cast comandado por Elson Martins, coordenador de performance aqui na Vindi, você entenderá mais sobre:

  • A importância de conhecer seu público;
  • Como ser especialista no produto que você está vendendo;
  • Formas de gerar empatia na sua comunicação;
  • Como fazer uma personalização completa e que gere resultados;
  • Microsegmentação;

E muito mais!

Saiba mais sobre a Vindi

Em primeiro lugar, a Vindi é uma das maiores fintechs do Brasil, e temos a plataforma de gestão de pagamentos e de cobrança mais completa do mercado.

Da mesma forma, nossa solução inclui vendas avulsas, parceladas e a nossa especialidade: vendas baseadas na Economia da Recorrência.

Portanto, se você quiser saber mais sobre nós e conversar com um dos nossos especialistas, nos acompanhe nas redes sociais e visite nosso site. Nós estamos prontos para tirar todas as suas dúvidas e ajudar sua empresa a vender mais e sempre!

Chegou agora aqui no Dentro do Ringue?

O Dentro do Ringue foi criado para trazer insights para sua empresa, reflexões, debates e muito conteúdo para te ajudar a vender mais e sempre. Além disso, nós nos preocupamos em sempre trazer especialistas de mercado que entendem tudo sobre aquele tema!

Por isso, se você acabou de chegar por aqui, aproveite para maratonar os últimos episódios do Dentro do Ringue:

O papo de hoje é para falarmos sobre planejamento de marketing para seu negócio. Você vai esperar o ano novo chegar para pensar diferente? Acho que não, né? Então, escuta aí! 

Episódio #6 Planejamento de marketing 2020: O que fazer e não fazer

Host: Diogo Souza, Specialist conversion rate optimization (CRO) na Vindi

Efrain Corleto – Head de Growth, Especialista em crescimento. Pai do Pablo 😀

Elson Ferreira – Coordenador de Growth, especialista em psicologia voltada para marketing. 

 

Não precisa esperar 2020 chegar para planejar seu negócio

O final do ano é um momento perfeito para estruturar uma estratégia para sua área de marketing em 2020. Afinal, este é o melhor momento para entender o que deram certo em 2019, logo aquelas que também precisam de atenção. Mas um grande problema é, como planejar o marketing 2020 em seu negócio? Quais estratégias seguir?

O Marketing de conteúdo pode ser uma peça fundamental para repensar dentro das suas estratégias, afinal, pode trazer grandes resultados para seu negócio. Ele garanta um retorno alto a longo prazo. Sobretudo, é muito importante entender que a constância nessa produção de conteúdo faz toda a diferença. O marketing de conteúdo é uma das principais estratégias dentro do conceito geral do inbound marketing (Aliás, teremos um próximo cast sobre este assunto).

Estratégia é tudo



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Com um conteúdo 100% estratégico, é possível atrair e qualificar mais leads, conduzindo-os dentro do seu funil de vendas. Ou seja, com um conteúdo bem posicionado, a empresa começa atrair mais visitantes. Assim, é possível transformá-los em leads e intensificar a distribuição destes materiais conforme a jornada e aprofundamento do lead. Ao final, as chances dele se tornar uma venda para a sua empresa é muito grande. 

Mas, vale ressaltar que você não irá ter resultados da noite para o dia. É importante ter um calendário de conteúdo para postagem e usar como base o melhor período de vendas do seu negócio, como também feriados e datas importantes no ano, como a Black Friday, por exemplo.

Diante disso, você precisa pensar em um tom e voz para sua marca. Sempre pensando em um estilo de conteúdo, formato e que tipo mídia você irá trabalhar esse conteúdo.

O Google está mudando 

Ele não se importa mais se você escreve pensando em quantidade de palavra chave. Afinal, a intenção do conteúdo é o que vai contar!

Você vai ver alguns tipos de conteúdo que você pode trabalhar nos seus canais. Existe uma infinidade de tipos e formatos de conteúdo que podem ser utilizados no marketing de conteúdo em um plano de marketing. Confira: 

Os mais utilizados são:

  • Blog posts;
  • Co-marketing;
  • Guest posts;
  • Webinars;
  • Vídeos;
  • E-books;
  • Podcast. 😀

Um tiro certo para ter o dobro de clientes

Comentamos neste episódio sobre o framework “Bullseye” ou “No olho do touro”, para o nosso bom e velho português. Essa metodologia é uma boa forma de  “acertar na mosca” pois é um canal para ganhar mais tração.

 

A ideia do framework é a seguinte: ele sugere 19 canais possíveis para uma aquisição, onde três deles devem ser sugeridos para testes para validar se realmente é algo que traz um retorno para seu negócio. 

O processo é bem simples e podemos dividir ele em quatro partes:

  • Analise todos os canais junto com seu time de MKT;
  • Faça um brainstorming e responda às seguintes questões:
    • Quais os canais que mais trazem retorno para o seu mercado?
    • Qual tem mais chance de sucesso?
    • Como seu time pode utilizá-los?
  • Faça uma votação e defina, entre todos, os seis canais com maior potencial;
  • Comece a testar os três novos canais. Caso não haja um resultado expressivo, substitua pelo próximo.

 

A ideia básica da metodologia é entender como seu negócio pode escalar em cima dos melhores canais que você utiliza. E, além do mais, também faz você entender qual o objetivo de cada um deles. Afinal, não podemos trabalhar o mesmo conteúdo para todos, não é mesmo? Caso queira conhecer mais sobre como funciona este Framework e quais são os 19 canais possíveis, preparei um conteúdo bem legal. Basta clicar aqui para conhecer.

Fazer marketing sem investir em marketing?

Embora pareça ser algo simples, muitas vezes definir um orçamento para planejar o marketing é um grande desafio. Para empresas que, apesar de almejarem o crescimento, ainda não conseguem lidar com o investimento adequado para a área.

A realidade é que muitos diretores ainda não enxergam a importância da área e encaram o marketing como uma despesa. Entretanto, o Marketing Digital já provou ser uma área estratégica dentro da empresa, tornando-se uma oportunidade de crescimento e geração de leads, quando alinhado com a equipe comercial – claro. 

 

Marketing&Vendas

Antes de tudo, o primeiro passo é fazer uma análise minuciosa do histórico de vendas que a empresa teve no período anterior. Recomenda-se que os registros sejam de até um ano antes da data em que se iniciará a estratégia. 

Com nesses dados, é possível que seja desenhada uma expectativa, ou seja, um valor para ser considerado uma meta para o período seguinte. Ter metas bem definidas vai ajudar exclusivamente a empresa saber o quanto de dinheiro tem que ser investido para que as metas sejam alcançadas. 

Entender quais os custos, margem de segurança e como calcular o retorno do investimento (ROI) é algo complexo, porém, necessário para empresa. A ideia de criar um planejamento é você ter total flexibilidade para trabalhar sem ter que se preocupar com “Plano B” todo dia.Essas estratégias influenciam de maneira positiva o aumento do ROI, reduzem os abandonos de carrinho e, logo, aumentam suas vendas e o reconhecimento da marca.

Preparamos um KIT completo com tudo que você precisa para planejar seu marketing 2020. Baixe agora e não perca esta oportunidade única. Ou você vai esperar o ano que vem acabar para pensar no crescimento do seu negócio?

História do Cast 

O PLANO SECRETO DA DELL

O ano era 1984, a manhã quente de verão da universidade do Texas, em Austin (EUA), foi perturbada por uma montanha de sucata em direção a um dos dormitórios.

O responsável por isso? Michael Dell, um jovem estudante que acabava de comprar todo estoque de peças encalhadas de uma loja de informática. Tudo financiado pelos seus avós com um singelo empréstimo de mil dólares.

Foi ali que o jovem estudante criou a Dell Computers. Sua estratégia era muito simples: personalizar máquinas e vender diretamente para os consumidores sem a necessidade de lojas como intermediadoras. Para a sua surpresa, em quatro anos ele já faturava US$ 80 milhões/mês.,

Hoje, este titã da computação vale mais de $61 bilhões de dólares. Porém, infelizmente o modelo que alavancou a companhia para o sucesso não foi suficiente para manter a concorrência à distância. A falta de foco na venda dos desktops e datacenters fez com que Michael Dell tivesse sérios problemas. E, em 2006, a empresa foi ultrapassada pela HP na liderança mundial de desktops. A Dell acabou se desdobrando e até levou seus produtos para o varejo, porém, o esforço não foi suficiente para um virada triunfal da companhia.

Pressionado, Michael Dell revolucionou seu modelo inicial de negócio. Dois anos depois, ele teve o resultado.

Uma Dell que não era tão conhecida começou chegar discretamente em hospitais, escolas e até às Forças Armadas. Na época, Raymundo Peixoto, diretor-geral da Dell no Brasil, comentou sobre a estratégia: “Computadores, há vários no mercado. Queremos ir adiante na relação transacional com o cliente e atender todas as suas necessidades.”

A ideia da companhia sempre foi se desvincular da imagem de uma empresa de hardware para ser vista como uma facilitadora na tecnologia. O plano da empresa foi fazer os novos produtos chegarem em diversos locais, que antes jamais seriam mencionados.

Um planejamento para uma boa estratégia de baixo custo, fez com que a Dell incentivasse clientes a usarem cartão de crédito em uma época que o pagamento eletrônico ainda estava no início.

Um grande case de sucesso…

 

O objetivo é claro

A gigante Dell tem um plano claro no seu crescimento, mas não devemos nos iludir. Ela quer vender mais e mais computadores – mas, computadores com um maior valor agregado, seja quem for o cliente. 

Seguindo essa estratégia, A Dell invadiu órgãos públicos, unidades da polícia e até escolas. E até criando projetos educacionais para manter as aulas mais interativas para os alunos.

O kit educacional contém uma lousa eletrônica, que transfere dados direto do computador, além de um projetor e netbooks individuais, para pacotes mais caros. Mas não para por aí, a Dell também oferece treinamento para ensinar aos professores a usar a solução.

A entrada neste mercado torna a empresa responsável por 43% do market share e um faturamento de mais de  $ 534 milhões de dólares.

Mas, como uma empresa com quase 79 mil funcionários, presente em 44 países, pode se transformar em tão pouco tempo? Um bom planejamento elevou o DNA das equipes em entender sobre como um computador pode ir além de só uma máquina para um objetivo. Afinal, cada pessoa tem uma necessidade específica! 

Outro ponto importante são as divisões geográficas. A empresa não vai deixar que os limites geográficos impeçam as necessidades específicas de cada usuário. Agora, é esperar o novo balanço da empresa para saber se Michael Dell, que já foi apontado como um dos maiores gênios do capitalismo, está no caminho certo.

LINKS IMPORTANTES:

 

O Dentro do Ringue é um podcast da Vindi (vindi.com.br). Sobre cultura, startups e tecnologia.

Um ensaio de como as empresas de tecnologia conseguem escalar negócios com a mentalidade de crescimento agressivo e porquê não incentivamos a contratação de um growth hacker e sim, uma pessoa que possa criar a cultura hacker em todos departamentos.

Episódio #2 – Sua empresa não precisa de um growth hacker

Host: Rodrigo Dantas, CEO da Vindi

Co-Host: Lidiane Oliveira, copywriter da Vindi

Gabriel Costa – Referência no assunto. Primeiro growth hacker da Resultados Digitais, e atual CMO e sócio da Singu.

Tiago Barra – Cientista de dados na Cappra Institute, foi head de growth e dados da Rappi,  99, Empiricus e ClickBus.

Growth hacker de lâminas

Michael Dubin é um morador de Los Angeles, mais especificamente Venice Beach, uma das praias badaladas dos Estados Unidos. Ator e comediante de profissão, Michael participava em 2010 de um grupo de comédia e fazia bicos em programas de televisão… mas o sonho dele era entrar no Saturday Night Live, o berço da comédia americana.

O sonho de ser uma grande estrela foi interrompido no Natal de 2010, quando ele conheceu um amigo do seu pai, que tinha perdido um contrato de importação e estava com contâiners de lâminas de barbear da Ásia, parados num porão. Eram 250 mil lâminas!!! (Pausa). 

Em Janeiro de 2011 (logo depois do Natal), nascia o Dollar Shave Club, um e-commerce de assinaturas que vendia lâminas de barbear de 1 dólar. A ideia era simples, mas parecia absurda do ponto de vista de mercado: vender lâminas baratas e pela internet. E dar fim naquelas 250 mil lâminas que o amigo do pai do Michael tinha em casa, paradas.  

Quem confiaria em uma lâmina desconhecida e que valia tão pouco? 

Michael começou do seu apartamento, um dos maiores cases de growth hacking da história. Growth hacking é um termo inventado por profissionais de marketing e tecnologia, para ilustrar testes e experimentação para acelerar o crescimento de empresas. Mas o primeiro ano, não foi maravilhoso para esse e-commerce de lâminas que acabava de nascer. Antes de ser “o case” de assinaturas de produtos da história, o DSC patinou até a brilhante ideia do empreendedor fazer um vídeo sátira, para tentar vender o clube com muito humor. Com um investimento de U$4500 dólares (cerca de R$17 mil reais nos dias de hoje), o vídeo intitulado de “Nossa lâminas são do caralho” foi colocado no ar no dia 06 de março de 2012 e explodiu em poucas horas. Nos dois dias seguintes do upload no Youtube, o site tinha atingido 12.000 novos assinantes e aí o que a gente sabe é… história. 

Michael e o time do Dollar Shave não se contentaram a usar técnicas de growth como member get member, vídeos e etc. Três anos depois de explodirem no mercado americano, começaram a usar a estratégia de amostras, nos principais hotéis das principais capitais americanas. A ideia era simples: dar aos hóspedes dos melhores hotéis americanos, um kit com uma lâmina de qualidade para os usuários provarem e se sentirem “tentados” a ir no site e fazer a assinatura.

Em Julho de 2016, o Dollar Shave Club atingiu 3 milhões de assinantes de lâminas e foi vendido por U$1 bilhão para a Unilever. Quem conhece o case do DSC sabe bem que eles executaram em pouco tempo, uma jornada de crescimento do zero aos 3 milhões de assinantes, com a mentalidade de crescimento desde o dia ZERO. 

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