A poucos dias da data comercial mais importante do ano, a Black Friday, empreendedores estão correndo com os últimos ajustes para venderem muito. Você deve estar se perguntando: “Tem alguma coisa que eu possa fazer para ter um crescimento mais rápido e com menos custos?”. Para a sua felicidade (e do seu bolso), a resposta é que sim!

Para este episódio especial de #BlackFriday, convidamos Fernando Henrique Miranda, Chief Growth Officer na EXAME, para contar quais são os segredos e hacks para ter sucesso na data, como crescer uma audiência de forma inteligente e que, na verdade, a Black Friday começa 90 dias antes da data oficial!


O que você escutará neste episódio:

Vamos falar sobre gatilhos mentais, marketing de guerrilha, crescimento e relacionamento com a sua audiência, live commerce, tendências, pós-vendas na Black Friday e muito mais.

Nossa anfitriã, Alexandra Papangelacos, Head de Vendas SMB na Vindi, conversa com Fernando Henrique Miranda, Chief Growth Officer na EXAME. 

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Ei, já conhece a Vindi?

Em primeiro lugar, nós somos uma das maiores startups do Brasil, com a plataforma de gestão de pagamentos e de cobrança mais completa do mercado. Dessa forma, nossa solução inclui vendas avulsas, parceladas e a nossa especialidade: vendas baseadas na Economia da Recorrência.

Portanto, se você quiser saber mais sobre nós e conversar com um dos nossos especialistas, nos acompanhe nas redes sociais e visite nosso site.

Além disso, nós estamos prontos para tirar todas as suas dúvidas e ajudar sua empresa a vender mais e sempre!

Chegou agora aqui no Dentro do Ringue?

O Dentro do Ringue foi criado pela Vindi para gerar insights e reflexões para sua empresa vender mais.

Vale lembrar que  buscamos sempre trazer especialistas de mercado que consigam propor debates que ajudem seu negócio a crescer!

Aproveite para conferir mais conteúdos:

Black Friday 2021: a black das blacks chegou com pix zerado até o final do ano

Monique Evelle: “É hora de dar voz ao Vale do Silêncio”

Todo mundo quer inovar, criar algo novo, otimizado e eficiente. Só que esse ideal criou uma fantasia ao redor do termo, como se fosse algo que só acontecesse em empresas de tecnologia do Vale do Silício.

Monique Evelle, Fundadora da Inventivos e Forbes Under 30, foi nossa convidada de honra do Recorrência 2021 para falar sobre inovação na prática, o Vale do ‘Silêncio’, tecnologias sociais, ressignificar a gambiarra e como pequenos empreendedores das periferias estão transformando os negócios.

🔗 Reveja o evento Recorrência 2021
📰 Lean Startup: conheça o método que impulsiona negócios


O que você escutará neste episódio:

No episódio especial do Recorrência 2021, falamos sobre a importância da diversidade dentro das empresas na geração de ideias inovadoras. Para inovar é preciso ter criatividade e coragem de se expor e colocar uma ideia incomum para discussão na mesa. Claro que isso fica mais complicado em ambientes em que não há diversidade. Além disso, segundo uma pesquisa da McKinsey, funcionários de empresas que adotam a diversidade têm uma probabilidade 152% maior de propor novas ideias e tentar novas formas de fazer as coisas;

Nossa anfitriã, Maria Silvia Vieira, estrategista de Conteúdo na Vindi, conversou com Monique Evelle sobre o tema. Conheça mais sobre a Monique:

Monique Evelle empreende desde os 16 anos, quando fundou o Desabafo Social, laboratório de tecnologias sociais. Ela também é fundadora da Inventivos, plataforma de formação de empreendedores, autora do livro “Empreendedorismo Feminino: Olhar estratégico sem romantismo” e apresentadora do podcast original Globoplay, Caminhos Intuitivos.


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Será que o futuro das vendas está no Social Commerce? A profissionalização do uso das redes sociais é um caminho para comercializar produtos e serviços com uma estrutura operacional mais enxuta e eficiente.  O que é o social commerce e qual é a relação dos consumidores com as plataformas? Esses são alguns pontos abordados na Pesquisa Social Commerce, promovida pelas empresas Social Miner/ All In, Opinion Box e Etus.

🔗 Baixe aqui a Pesquisa Social Commerce

🔗 Saiba mais sobre a Social Miner 

🔗 Saiba mais sobre a All In 

🔗 Saiba mais sobre a Opinion Box

🔗 Saiba mais sobre a Etus

📰 Pesquisa Social Commerce: o que o consumidor pensa sobre compras nas redes sociais?


O que você escutará neste episódio:

Vamos falar sobre os principais dados do estudo, por exemplo, você sabia que 76% dos consumidores entrevistados afirmam utilizar as redes sociais para pesquisar produtos. Sendo em primeiro lugar a busca por preços, logo seguida pela busca por confiança? Além dos números da pesquisa social commerce, as três especialistas no tema contam quais tendências poderemos observar no setor e quais são as melhores práticas para aplicar o social commerce no seu negócio já. 

Nossa anfitriã, Karina Tatagiba, especialista em Social Media na Vindi , conversa com:


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Neste episódio, anunciamos algumas vagas que estão abertas na Vindi. Por enquanto, nosso direcionamento diante da crise do novo Coronavírus é congelar as contratações. Esperamos recomeçar os processos o mais rápido possível!

Rodrigo Dantas, CEO da Vindi

Pablo Silva, Head de Produto da Vindi

Wagner Narde, CTO da Vindi

As equipes multidisciplinares estão em alta no mundo das startups. Mas será que é possível trabalhar com essa metodologia nas áreas de Engenharia e Produto?

Quais os caminhos possíveis para se trabalhar com Tecnologia? E qual o background necessário para dizer que pode trabalhar com Produto? Como nós pensamos sobre isso aqui na Vindi?

No cast de hoje, falaremos sobre como é importante gerar valor, falar com o usuário, entender as dores dos nossos clientes e impactar positivamente o negócio.

Nossa cultura nas equipes de Engenharia e Produto está em ênfase no Dentro do Ringue de hoje!

O que mais valorizamos nas equipes de Engenharia e Produto?

Em primeiro lugar, nós queremos verdadeiros donos do negócio, que tenham como prioridade o trabalho em grupo, o desenvolvimento constante e a vontade de crescer junto com a Vindi, impactando o negócio constantemente.

Segurança e Protagonismo também são pontos destacados pelos nossos heads. Além disso, nós somos totalmente transparentes nos processos de seleção e entrevistas, já que dar match com os nossos valores é fundamental.

Dessa forma, se você quer trabalhar com a gente, esse cast é muito importante para que você tome a decisão de enviar seu currículo. Ouça até o fim e guarde todas as dicas dadas aqui!

Além disso, faz parte da nossa missão de te ajudar a vender mais e sempre! Por isso, nos siga nas redes sociais e acompanhe o conteúdo que sempre compartilhamos aqui.

Portanto, clique no banner abaixo para assinar nossa newsletter e ficar por dentro de todas as novidades e tendências do mercado de trabalho.

Ouça outros episódios do Dentro do Ringue:

Neste episódio vamos discutir sobre como é o processo do tech recruiting dentro das empresas. Como é contratar grandes talentos dentro de tecnologia? E do outro lado? Como é, para esses talentos, enxergar o potencial de boas empresas no mercado? Ouça o cast e indique, temos vagas aqui na Vindi.

 

#7 Tech Recruiting – Desafio em contratar pessoas de tecnologia

Por que empresas sofrem em trazer talentos de tecnologia para dentro de casa?

Vitor Kusiaki – Vitor é Engenheiro de software da Vindi. Formado pela Universidade Federal de São Carlos,  trabalhou na Trackmob e na Codeminer. 

Simone Dantas – Tech Recruiter da DB Server, tem histórico em recrutamento de pessoas de tecnologia na WhirlPool, Ernst & Young e Hamburg Sud.

Nós, da Vindi, estamos com diversas vagas, muitas na área de tecnologia. Caso tenha interesse ou conheça alguém basta inscrever-se no link http://carreiras.vindi.com.br

 – O grande desafio do Tech Recruiting

Contratar um grande talento é sonho de qualquer empresa. Abrir uma vaga nessas plataformas de gestão de recrutamento e ter milhares de candidatos em pouco tempo, pode ser uma felicidade para a maioria dos gestores de RH no país. Mas, o grande desafio é ter, nessa enxurrada de inscrições, um talento que seja visível –  e, claro, que tenha o “fit” máximo com a posição da empresa.

Na vida real, contratar talentos é uma dura combinação de uma marca empregadora forte, um processo bem feito de triagem e entrevistas, uma descrição adequada das atribuições dessa pessoa e, além disso, contar com um pouco de sorte ;). No mercado de tecnologia, existe uma grande corrida para achar a pessoa ideal para o cargo ideal. Especialmente se a vaga em questão for para pessoas técnicas: engenheiros de software, gerentes de produtos e arquitetos.

O advento dos fundos de venture capital, no Brasil, criou um ambiente hostil e concorrido para disputar as melhores cabeças do mercado. Isso inflou, naturalmente, os salários desses tipos de profissionais. E, como consequência, desalinhou as fases que profissionais juniores, plenos e seniores deveriam passar. 

 – Uma guerra para contratar os melhores

Uma verdadeira guerra vem se mostrando nos mercados mais concorridos como São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba e Rio de Janeiro. Recentemente, a empresa americana Carta.com, um software com sede em São Francisco, contratou 67 brasileiros quase que em uma única tacada. Essas contratações, centralizadas entre o Rio de Janeiro e São Paulo, foram na sua maioria, engenheiros de software. 

Mas, você deve estar se perguntando porque estou contando essa historinha da carta.com, certo? Eu ilustrei esse caso, mas existem diversos outros de alta demanda por profissionais de tecnologia no mundo. Aqui, não é diferente, só que do ponto de vista estrutural do país, vamos ter, provavelmente, um problema de mão de obra daqui há alguns anos. Isso porque não estamos formando um número grande de novos engenheiros de software no Brasil. Sendo bem claro com você, daqui a alguns anos “vai dar ruim”, como dizem por aí.

Parte da possível escassez de mão de obra de tecnologia está no avanço das empresas no mundo, onde existe uma transformação digital agressiva de diversos setores e desinteresse do governo em incentivar políticas de conhecimento dessas áreas na base da educação. Mas, também, podemos ver uma lacuna grande quando o assunto é a gestão da maioria das empresas: elas sonham em ter um time vencedor, e não formar um time vencedor.

 

 – Ter um time campeão pode mudar o rumo do negócio.

Para fazer uma analogia boa, todo treinador de futebol gostaria de treinar o Barcelona: ter um salário alto, fama e ainda ter o Messi em campo, desafiando a física e qualquer coisa do gênero.

Ter um time campeão, de alta performance, é muito mais que ter uma boa cultura de contratação de talentos. Na maioria das vezes, esses times que mudam o rumo de algum setor, têm um DNA forte de serem bons formadores de profissionais: são escolas dentro de casa. A maioria dos gestores não querem treinar, moldar e formar dentro de casa, o time que ele precisa. E é exatamente por isso, que poucas empresas conseguem passar por momentos turbulentos (de crise) quando a economia vai mal e quando a mão de obra está escassa. 

Se o Brasil não formar um número maior de de pessoas de tecnologia nos próximos anos, teremos um grande problema em crescimento do PIB, na vida das pessoas e no país –  e isso não é somente responsabilidade do governo. Se as empresas não se prepararem para desenvolver as pessoas dentro de casa, não tem tech recruiter que salve essa jornada.

 

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