Se você quer fazer seu negócio crescer, precisa ter uma bússola para saber se está no caminho certo. Em um mundo data driven, os números são seus melhores amigos para essa jornada. Mas será que é fácil saber quais são as métricas da recorrência para analisar, qual a melhor periodicidade e quais erros precisam ser evitados?

Aproveite e leia também: 7 métricas de negócios recorrentes que você não pode deixar de olhar


O que você escutará neste episódio:

Vamos falar sobre as principais métricas de negócios recorrentes, como criar uma estratégia de crescimento a partir delas e como desenvolver uma rotina de acompanhamento que faça sentido para a gestão da sua empresa.

Nosso anfitrião, Guilherme Ribeiro, Consultor de Parcerias e Canais na Vindi, conversa com:

 

Ei, já conhece a Vindi?

Em primeiro lugar, nós somos uma das maiores startups do Brasil, com a plataforma de gestão de pagamentos e de cobrança mais completa do mercado. Dessa forma, nossa solução inclui vendas avulsas, parceladas e a nossa especialidade: vendas baseadas na Economia da Recorrência.

Portanto, se você quiser saber mais sobre nós e conversar com um dos nossos especialistas, nos acompanhe nas redes sociais e visite nosso site.

Além disso, nós estamos prontos para tirar todas as suas dúvidas e ajudar sua empresa a vender mais e sempre!

Chegou agora aqui no Dentro do Ringue?

O Dentro do Ringue foi criado pela Vindi para gerar insights e reflexões para sua empresa vender mais.

Além disso, nos preocupamos em sempre trazer especialistas de mercado que consigam propor debates que ajudem seu negócio a crescer!

Aproveite para conferir mais conteúdos sobre Métricas da Recorrência no blog da Vindi:

Ouça também: #1 – Metas e métricas

O Dentro do Ringue é um podcast da Vindi (vindi.com.br). Sobre cultura, startups e tecnologia.

Cumprir metas sempre é um exercício de gestão. Convidamos o Millor Machado (especialista em cultura de gestão) e o Pablo Silva (estudioso de metodologias ágeis) para um papo sobre metas, métricas e dores de gestão.

Ouça nas plataformas:

Episódio #1 – Metas e métricas

Host: Rodrigo Dantas, CEO da Vindi

Millor Machado – Formado em Engenharia pela Unicamp, Millor é referência em estudos sobre gestão e metas, Millor fundou o Empreendemia (rede social corporativa para PMEs do país), liderou times na Fundação Estudar, HSM até fundar o GPS de Gestão.

Pablo Silva – Formado pela Universidade Federal de Ouro Preto, Pablo é membro da Agile Alliance. Engenheiro de software de formação, liderou times na Locaweb e hoje é o Head e Produtos da Vindi.

OKR começou com a Intel e com Andy Grove.

Em 1968, dois amigos fundaram a NM Eletronics, na California. A NM tinham esse nome por causa do sobrenome dos fundadores: o físico Robert Noyce e o químico Gordon Moore. Eles trabalhavam juntos na Fairchild Semicondutor e decidiram largar tudo para montar um projeto para desenvolver e fabricar semicondutores. A primeira curiosidade dessa história é que o Moore, da NM, foi o autor da Lei de Moore. Mas não vamo falar sobre essa lei nessa história de hoje. A empresa recém criada pela dupla, encontrou um nome melhor, depois que uma rede hoteleira, a Intelco, liberou o nome para os dois novos empreendedores. Nascia aí a Integrated Eletronics, a Intel.

Embora os fundadores tenham tido uma contribuição grande para a tecnologia, o nome mais emblemático da história da Intel foi András Gróf. Hungaro, e fugitivo da segunda guerra mundial, foi o número 3 e se tornou o diretor de engenharia da empresa (a convite de Moore) e escreveu na história, um dos capítulos mais importantes sobre gestão do mundo. Outra curiosidade: András mudou o nome para Andrew Grove, depois que se situou nos Estados Unidos.  

Andy, como era chamado, é o ponto central dessa pequena história aqui, porque é o provavelmente o “pai da gestão moderna”. Nos bastidores da Intel, algumas pessoas diziam que o Andy era paranóico com métricas e acompanhamento de metas. Essa chamada paranóia, o levou a presidente do grupo. 

Andy lançou dois livros importantes sobre gestão: High Output Management de 1983 que ilustrou pela primeira vez o termo OKRs (objective and key results) e Só os paranóicos sobrevivem, de 1996. As duas principais teses dos livros é que gestão é um exercício de método. E que feedbacks um-a-um (os famosos one-a-one), medir o que realmente importa,  definir padrões para acompanhar métricas e incentivar os resultados por equipes, foram algumas das principais influências que Andy trouxe para uma nova forma de gestão.

OKRs, do inglês objective and key results (objetivos e resultados chave) é uma metodologia para gestão muito usada por empresas de tecnologia no mundo. 

Nos 11 anos em que esteve à frente da presidência da Intel, ele levou a empresa de U$2 bilhões para U$26 bilhões de faturamento. No último dia de empresa, Andy deixou o cargo e a liderança, com a Intel valendo U$198 bilhões de dólares.

O mais legal dessa história é que empresas tentam mudar a cultura de gestão falando de OKRs, de metodologia ágil como se fosse algo novo, inventado pelas empresas da nova geração.  “ah o Google foi de 40 pessoas para 60 mil pessoas usando a metodologia de OKRs”, o Spotify usou o formato de Squads e mudou a forma de desenvolver o software”…

Se datarmos o termo “OKR” com o livro de Andy, temos uma sistema de acompanhamento de métricas de mais de 30 anos, que ainda funciona. Ou que pelo menos deveria funcionar.

Livros do Andy Grove