Será que o futuro das vendas está no Social Commerce? A profissionalização do uso das redes sociais é um caminho para comercializar produtos e serviços com uma estrutura operacional mais enxuta e eficiente.  O que é o social commerce e qual é a relação dos consumidores com as plataformas? Esses são alguns pontos abordados na Pesquisa Social Commerce, promovida pelas empresas Social Miner/ All In, Opinion Box e Etus.

🔗 Baixe aqui a Pesquisa Social Commerce

🔗 Saiba mais sobre a Social Miner 

🔗 Saiba mais sobre a All In 

🔗 Saiba mais sobre a Opinion Box

🔗 Saiba mais sobre a Etus

📰 Pesquisa Social Commerce: o que o consumidor pensa sobre compras nas redes sociais?


O que você escutará neste episódio:

Vamos falar sobre os principais dados do estudo, por exemplo, você sabia que 76% dos consumidores entrevistados afirmam utilizar as redes sociais para pesquisar produtos. Sendo em primeiro lugar a busca por preços, logo seguida pela busca por confiança? Além dos números da pesquisa social commerce, as três especialistas no tema contam quais tendências poderemos observar no setor e quais são as melhores práticas para aplicar o social commerce no seu negócio já. 

Nossa anfitriã, Karina Tatagiba, especialista em Social Media na Vindi , conversa com:


Ei, já conhece a Vindi?

Em primeiro lugar, nós somos uma das maiores startups do Brasil, com a plataforma de gestão de pagamentos e de cobrança mais completa do mercado. Dessa forma, nossa solução inclui vendas avulsas, parceladas e a nossa especialidade: vendas baseadas na Economia da Recorrência.

Portanto, se você quiser saber mais sobre nós e conversar com um dos nossos especialistas, nos acompanhe nas redes sociais e visite nosso site.

Além disso, nós estamos prontos para tirar todas as suas dúvidas e ajudar sua empresa a vender mais e sempre!

Chegou agora aqui no Dentro do Ringue?

O Dentro do Ringue foi criado pela Vindi para gerar insights e reflexões para sua empresa vender mais.

Vale lembrar que  buscamos sempre trazer especialistas de mercado que consigam propor debates que ajudem seu negócio a crescer!

Aproveite para conferir mais conteúdos no blog da Vindi:

O conceito de branding foi – e ainda é – muito confundido pelas pessoas. Para muitos, é apenas como a identidade visual, a logomarca ou simplesmente o estilo que vai compor o feed do instagram. Mas o branding é mais complexo e tem impactos financeiros relevantes. Há uma metodologia que calcula o valor intangível das marcas. A partir disso, nascem as listas das Marcas Mais Valiosas – e esse número chega na casa dos bilhões para algumas. Mas…onde ficam as startups nisso tudo?!

🔗 Confira a biblioteca de Branding da Brand Gym

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📰 Aproveite e leia também: Branding: O que empresas como o Outback estão nos ensinando


O que você escutará neste episódio:

Vamos falar sobre branding para startups, métricas e como o branding vai ajudar a sua empresa a vender mais! Nossa anfitriã, Maria Silvia Vieira, Estrategista de Conteúdo na Vindi, conversa com Guta Tolmasquim, CEO da Brand Gym.

Tolmasquim é referência quando o assunto é criar, gerenciar e desenvolver marcas em culturas ágeis de startups. Além disso, ela é especialista em métricas de branding e já fez cases como: Exame, Conta Simples,Trybe e mais.

 

Ei, já conhece a Vindi?

Em primeiro lugar, nós somos uma das maiores startups do Brasil, com a plataforma de gestão de pagamentos e de cobrança mais completa do mercado. Dessa forma, nossa solução inclui vendas avulsas, parceladas e a nossa especialidade: vendas baseadas na Economia da Recorrência.

Portanto, se você quiser saber mais sobre nós e conversar com um dos nossos especialistas, nos acompanhe nas redes sociais e visite nosso site.

Além disso, nós estamos prontos para tirar todas as suas dúvidas e ajudar sua empresa a vender mais e sempre!

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O Dentro do Ringue é um podcast da Vindi (vindi.com.br). Sobre cultura, startups e tecnologia.

Um ensaio de como as empresas de tecnologia conseguem escalar negócios com a mentalidade de crescimento agressivo e porquê não incentivamos a contratação de um growth hacker e sim, uma pessoa que possa criar a cultura hacker em todos departamentos.

Episódio #2 – Sua empresa não precisa de um growth hacker

Host: Rodrigo Dantas, CEO da Vindi

Co-Host: Lidiane Oliveira, copywriter da Vindi

Gabriel Costa – Referência no assunto. Primeiro growth hacker da Resultados Digitais, e atual CMO e sócio da Singu.

Tiago Barra – Cientista de dados na Cappra Institute, foi head de growth e dados da Rappi,  99, Empiricus e ClickBus.

Growth hacker de lâminas

Michael Dubin é um morador de Los Angeles, mais especificamente Venice Beach, uma das praias badaladas dos Estados Unidos. Ator e comediante de profissão, Michael participava em 2010 de um grupo de comédia e fazia bicos em programas de televisão… mas o sonho dele era entrar no Saturday Night Live, o berço da comédia americana.

O sonho de ser uma grande estrela foi interrompido no Natal de 2010, quando ele conheceu um amigo do seu pai, que tinha perdido um contrato de importação e estava com contâiners de lâminas de barbear da Ásia, parados num porão. Eram 250 mil lâminas!!! (Pausa). 

Em Janeiro de 2011 (logo depois do Natal), nascia o Dollar Shave Club, um e-commerce de assinaturas que vendia lâminas de barbear de 1 dólar. A ideia era simples, mas parecia absurda do ponto de vista de mercado: vender lâminas baratas e pela internet. E dar fim naquelas 250 mil lâminas que o amigo do pai do Michael tinha em casa, paradas.  

Quem confiaria em uma lâmina desconhecida e que valia tão pouco? 

Michael começou do seu apartamento, um dos maiores cases de growth hacking da história. Growth hacking é um termo inventado por profissionais de marketing e tecnologia, para ilustrar testes e experimentação para acelerar o crescimento de empresas. Mas o primeiro ano, não foi maravilhoso para esse e-commerce de lâminas que acabava de nascer. Antes de ser “o case” de assinaturas de produtos da história, o DSC patinou até a brilhante ideia do empreendedor fazer um vídeo sátira, para tentar vender o clube com muito humor. Com um investimento de U$4500 dólares (cerca de R$17 mil reais nos dias de hoje), o vídeo intitulado de “Nossa lâminas são do caralho” foi colocado no ar no dia 06 de março de 2012 e explodiu em poucas horas. Nos dois dias seguintes do upload no Youtube, o site tinha atingido 12.000 novos assinantes e aí o que a gente sabe é… história. 

Michael e o time do Dollar Shave não se contentaram a usar técnicas de growth como member get member, vídeos e etc. Três anos depois de explodirem no mercado americano, começaram a usar a estratégia de amostras, nos principais hotéis das principais capitais americanas. A ideia era simples: dar aos hóspedes dos melhores hotéis americanos, um kit com uma lâmina de qualidade para os usuários provarem e se sentirem “tentados” a ir no site e fazer a assinatura.

Em Julho de 2016, o Dollar Shave Club atingiu 3 milhões de assinantes de lâminas e foi vendido por U$1 bilhão para a Unilever. Quem conhece o case do DSC sabe bem que eles executaram em pouco tempo, uma jornada de crescimento do zero aos 3 milhões de assinantes, com a mentalidade de crescimento desde o dia ZERO. 

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